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Aqui e além, integradas sempre nos domínios agrícolas, surgem solares, casas apalaçadas, com reconhecido valor arquitectónico. A Casa Solarenga, típica da paisagem minhota, residência de aristocratas fundiários, a sua opulência ou discrição eram tanto maiores ou menores, quanto a grandeza e o poderio económico das famílias proprietárias.
O Palácio da Brejoeira (Pinheiros), Casa de Rodas (Monção), Quinta da Portelinha (Cortes) e Solar de Serrade (Mazedo), Casa do Pedral e da Ladreda (Tangil), Quinta do Rosal e Casa da Amiosa (Valadares) entre outros denotam traços arquitectónicos multifacetados, quer na planta e alçados quer mesmo nos elementos decorativos.
Os edifícios populares confinam-se a plantas e alçados tradicionalmente simples e sóbrios, onde a funcionalidade como unidade de produção agrícola prevalece.
Ponte de Mouro Ponte de Pedrinha (Portela) Ponte da Rebouça (Troporiz) Ponte de Pinheiros
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